“Com a idéia de que a monarquia pertencia ao passado e que o presente era republicano, os rio-grandenses projetaram a união federal com a República Rio-Grandense das províncias brasileiras que adotassem a forma republicana. (...) Restou apenas no imaginário o desejo de tornar o Rio Grande do Sul uma nação independente para fugir da crise que assola atualmente o Brasil.”
FLORES, Moacyr. República Rio-grandense: realidade e utopia. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
“O sitio de Porto Alegre não ilustra os feitos guerreiros dos Bentos e dos Nettos, nem irmana à memória sentimental da Capital gaúcha. Incoerente, a cidade ergueu monumentos e votou homenagens aos sitiadores que a maltrataram, e esqueceu os soldados, marinheiros e paisanos voluntários que garantiram sua integridade em quatro anos de lutas.”
FRANCO, Sergio da Costa. Porto Alegre Sitiada: um capítulo da Revolução Farroupilha.Porto Alegre: Sulina, 2000.
(*)VARELA, Alfredo. A história da grande Revolução: Ciclo Farroupilha no Brasil. Porto Alegre, 1933.v.3.
Organizadora da Exposição: Nalin Ferreira da Silveira